Mists of Pandaria veio pra ficar

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A nova expansão de World of Warcraft será Mists of Pandaria, e teremos Pandas no Wow, isso é um fato. E apesar da reação inicial ao anúncio, as perspectivas do que esta nova expansão pode alcançar empolgam, depois de considerar calma e cuidadosamente outros pontos de vista. Será que convenço mais alguém? Espero que ao final do artigo a resposta seja positiva…

Até aqui, a expansão que deixou mais saudades foi a Burning Crusade, primeira expansão do Wow. Depois dela, nem The Wrath of the Lich King, nem Cataclysm, conseguiram despertar tanta paixão. Mas não era assim que o público pensava antes do lançamento da BC – muitos também fizeram suas teorias sobre o fim do wow – e no entanto é a mais aplaudida.

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Burning Crusade tinha um tema espacial, com naves perdidas, construções futurísticas e céus exibindo outros planetas, que em teoria desvia o jogo de seu clima medieval. Draeneis também não existiam no Lore – eles foram adaptados à história a partir dali – ou seja, uma idéia que a princípio não tinha nada a ver com o jogo foi magistralmente incorporada.

Mists of Pandaria tem o tema oriental, e Pandas lutadores de Kung fu.
Burning Crusade foi em outro planeta, com Blood Elves afeminados e seres violeta com patas de bicho (Draeneis).
O Wow tem ainda vacas (Taurens), Lobisomens (Worgens) e Gnomos com carinhas felizes. O Steampunk de Goblins e Gnomes, com motos, foguetes e gadgets; a tecnologia em tudo que se refere aos Titans. O clima do Egito antigo de Uldum e Ahn’Qiraj, e muitas outras referências não-medievais.

Os Pandaren seriam uma raça da Aliança na Burning Crusade – segundo Metzen, no Painel do Lore na BlizzCon. Ele argumentou ainda que muitos gostariam de ver uma expansão baseada em Outlands, quem sabe até perseguir a Burning Crusade em Argus, mas que desde Wrath of the Lich King eles procuram explorar mais a própria Azeroth, ao invés de desviar a história do jogo para outros mundos.

Mas afinal porque Mists of Pandaria tem o potencial de ser a melhor expansão já vista?

Talvez eles queiram despertar o mesmo tipo de paixão com a MoP que a BC desperta, e os ingredientes estão ali. Ainda passo horas sozinho em Shattrat pra curtir o clima de lá, que me traz boas lembranças. Já posso me ver, numa futura expansão após Mists, sentindo saudades do clima oriental, dos lugares lindos que estão criando pra gente, das músicas – Russell Brower terá um tema fantástico pra trabalhar a trilha sonora, que é parte vital da ambientação dos cenários.

A história que Metzen e companhia nos contarão sobre os Pandaren um dia serão tão naturais quanto são hoje as histórias dos Draeneis. O tema oriental fará parte do universo de Warcraft como se sempre estivesse ali, e as Brumas de Pandaria nos deixarão gostosas impressões nostálgicas, em um futuro próximo.

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Fim do Wow?… Not yet!
E definitivamente, não por culpa dos Pandas.

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8 Responses

  1. Dannte says:

    Cara concordo com cada palavra em relação a MoP ter potencial para ser uma grande expansão e outra não é o fim do WoW querendo ou não, com a chegada de MoP novos conteúdos virão sei que muitos acham o pokemon WoW meio infantil e sem graça, mas imagine depois de um dia cansativo de up vc nao ter nem saco pra olhar mais um mob de raid em sua frente, vc broxa x_X com os novos conteudos (pokemon WoW, tier pra transfigurar (acho que é isso) e outros) vc sempre terá algo pra fazer.

    • Ericz says:

      É, tenho nada contra esses “mini-games” dentro do jogo não.
      Eu curto profissão, quando não quero fazer nada das outras coisas, inclusive Archaeology.
      Tem muita coisa além de Raid/PvP pra fazer no Wow, e agora vai ter mais.

      • Dannte says:

        Aham, o jogo tem muito conteudo que alguns players nao usam o pessoal parece que parou de jogar por diversão vivem so raidando e depois reclamam que o jogo nao tem mais nada pra fazer x_x

        • Ericz says:

          Também penso assim, às vezes só “passear” pelo jogo me satisfaz.
          Mas alguns devem achar isso ridículo, porque cada um vê o jogo de um jeito.
          Eu acho bom que eu goste de vários aspectos do jogo, difícil enjoar ou virar mecânico e repetitivo.

          • Carlos Cézar says:

            Exatamente! O jogador de WoW vive mecanicamente dentro do jogo.
            Me identifiquei com o “passear” por aí. Cara, imagina uma pessoa que ama o jogo e toda a sua lore mas so tem tempo de jogar 40min por dia. Dá para raidar? Quase que NÃO! Então tive que aprender a faer outras coisas que me divertem tanto quanto “pegar a roupa da moda” matando um chefão pela 5457854 vez.

            Tipo, eu não gosto de ZA e ZG, então não vou me torturar fazendo ela so para pegar moedinhas. Não gosto de Dallys então não vou ficar fazendo elas todo dia como se fosse um vicio. Peguei o item que quero nas dallys, pronto acabou, volto aqui msm so quando sentir saudade da quest (que por sinal tem algumas mto interessantes)
            e por ae vai.. jogo wow desde o Classico e nunca me cansei.

  2. WoW Lunatics says:

    Com certeza! Já cheguei a jogar outros Mmorpgs, mas nenhum me satisfaz tanto em fazer nada como WoW. Passei horas olhando aquelas paisagens de Nagrand e o Lago de Elune em Moonglade. Fim do WoW? Só com a chegada de Sargeras.

  3. Carlos Cézar says:

    Este seu pots é o que digo para muita gente até hoje.
    O que está acontecendo com vc não passa de olhar as coisas por uma nova pespectiva. Eu fasso isso com todas as expansões e por isso que gosto de todas elas.

    Uma coisa curiosa é o “clima medieval” que as pessoas (as pessoas, não a Blizzard!) ROTULARAM ao WoW. Definitivamente wow NUNCA foi um jogo medieval. Sempre tivemos:

    A Cultura indigena dos Americanos do Norte: Toda a cultura dos homens vacas (Taurens não são minotauros! Minotauro é meio homem meio touro. Tauren é 100% touro!) é baseada nas tradições indigenas.

    Temos Maians e Astecas! (A cultura Troll é baseada neles nessa cultura milenar. Os gongos, a arquitetura das mascaras, as casas, as ‘piramedes’. So vc reparar.)

    Egipcios: Sim! Uldum é um pedação do egito no wow.

    Europeus Modernistas e pós modernistas: sim sim, reparem da arquitetura e a maneira de se vestir do povo de Glineas, só faltou uma referência a Charlis Chapin!

    Pq então não podemos ter um pedaço da Cultura Oriental, que por sinal é belissima tbm? No ínicio eu tbm tive um ‘estranhamento’ com MoP, mas eu já não vejo a hora de seu lançamento. Acredito em mais uma belissima expansão, com novos problemas, novas estórias, e etc.
    E por aí vai…

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