Ironforge: o Despertar dos Anões

Capítulo 2.4 . Ironforge: the Awakening of the Dwarves

Em períodos remotos, depois dos Titãs deixarem Azeroth, suas crias, conhecidas como The Earthen, continuaram a modificar e proteger os subterrâneos. Os Earthen não se preocupavam com os assuntos das raças habitantes da superfície e se ocupavam somente em investigar as profundezas da terra.

Quando o mundo sucumbiu pela implosão do Well of Eternity, os earthen foram profundamente afetados. Influenciados pela dor da própria terra, os Earthen perderam parte de sua identidade e se lacraram nas câmaras de pedra onde foram criados. Uldaman, Uldum, Ulduar… esses eram os nomes das antigas cidades titânicas onde os Earthen ganharam forma. Encerrados nas profundezas do mundo, os Earthen repousaram em paz por quase oito mil anos.

Apesar de ser incerto o que os teria despertado, os Earthen de Uldaman por vezes saíam do transe a que se impuseram. Esses Earthen descobriram que haviam mudado significativamente durante sua hibernação. Suas peles rochosas haviam amolecido e se tornado peles suaves, e seus poderes sobre as rochas e a terra desapareceram. Eles se tornaram criaturas mortais.

Nomeando a si mesmo como Dwarves (anões), os últimos dos Earthen deixaram os salões de Uldaman e se aventuraram na superfície. Ainda desejosos da segurança e das maravilhas do subterrâneo, eles fundaram um enorme reino embaixo da montanha mais alta daquelas terras. Eles a nomearam Khaz Modan, ou “Montanha de Khaz”, em homenagem ao Titã escultor, Khaz’goroth. Para que fizessem um altar à seu pai Titã, os a Dwarves construíram uma poderosa forja no coração da montanha. Por isso, a cidade que cresceu em volta da forja, seria chamada de Ironforge, para sempre.

Os Dwarves, fascinados naturalmente pela lapidação de jóias e pedras, saíram para explorar as montanhas em busca de minerais preciosos. Orgulhosos de seu trabalho no subterrâneo, os Dwarves permaneceram afastados dos assuntos de seus vizinhos da superfície.

Próximo Capítulo: Os Sete Reinos

Wow Lore

Tradução: Éric Coutinho

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